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[[[...Thursday, October 05, 2006...]]]
VIRTUDES - PARTE II
Dando continuidade ao texto anterior, diria que o mesmo não se completaria se não fosse por outro importante fator na comunicação: saber ler e entender o que se lê. Afinal de contas, o que seria da comunicação se não houvesse receptor? Aliás, nem mesmo haveria comunicação. Por isso devemos fazer uma leitura de tudo e todos que nos cercam.
A falta de comunicação normalmente ocorre quando uma determinada pessoa não se faz entender ou a pessoa receptora falha ao entender a mensagem da primeira. Parece óbvio - e é - que a falta de comunicação se dá pela falha entre os "agentes". Claro! Se não houvesse falhas na comunicação, nunca brigariamos com as pessoas, erraríamos muito menos, faríamos muito menos besteiras e consequentemente, não nos "divertiriamos" tanto brigando, correndo atrás, crescendo e amadurecendo. É a vida! Um jogo de comunicação. Quem mais vê e enxerga (não apenas vê), mais se dá bem. E, on the ther hand... you figure it out.
Portanto galera, "if I could offer you only one tip for the future (and life)" veja e enxergue. Leia e entenda. Makes it all a lot easier.
:: GOOSE 10/5/2006 10:04:16 AM [+] ::
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[[[...Tuesday, October 03, 2006...]]]
VIRTUDES
Ja faz algum tempo que não escrevo por aqui. Não é pelo simples fato de não ter nada para escrever. É pelo simples fato de ma faltar inspiração para tal. Escrever é algo que gosto de fazer. Quem me conhece sabe disso. Aliás, se tem uma coisa que faço quando estou inspirado, feliz, triste etc., é escrever. Talvez seja porque coloco o que penso para fora da minha cabeça. Talvez seja pelo simples prazer de escutar o lápis sobre o papel ou mesmo pelo prazer de rabiscar os cantos das folhas com a caneta. Enfim, para mim, escrever é uma das sete virtudes cardeais (com, "escrever" seriam oito, mas, daí, teria que colocar outras que falarei mais abaixo).
"Escrever" talvez seja 'espécie' do 'gênero' "comunicar". Talvez isso tudo não passe de uma grande "viagem" da minha cabeça. Mas o que seria de nós sem nossas "viagens", né? Seriamos muito sem graça. Seríamos mecânicos. Demasiadamente mecânicos e pragmáticos. "Comunicar" é, segundo o dicionário Priberam, "fazer comum; participar; avisar; informar; estar em comunicação; falar; corresponder-se; ter passagem; transmitir-se; propagar-se e generalizar-se". Possivelmente em "comunicar-se" que reside a virtude "escrever", mas, então, "escrever" seria "comunicar" em sua essência. Bom, o fato é que, como já dizia a minha grande Bisavó, "quem não comunica se 'estrumbica'".
Ainda, as sete virtudes cardeais clássicas são:
(i) Castidade (Latim, ) - opõe luxúria. Compreende a auto-satisfação, simplicidade. Abraçar a moral de si próprio e alcançar pureza de pensamento atravéz de educação e melhorias;
(ii) Generosidade (Latim, liberalis) - opõe avareza. Despreendimento, largueza. Dar sem esperar receber, uma notabilidade de pensamentos ou ações;
(iii) Temperança (Latim, ) - opõe gula. Auto-controle, moderação, temperança. Constante demonstração de desagarro aos outros e aos seus arredores, uma prática de absenção;
(iv) Diligência (Latim, industria) - opõe preguiça. Presteza, ética, decisão, concisão e objetividade. Ações e trabalhos integrados com as próprias crenças;
(v) Paciência (Latim, patientia) - opõe ira. Serenidade, paz. Resistência à influências externas e moderação da própria vontade;
(vi) Caridade (Latim, humanitas) - opõe inveja. Auto-satisfação. Compaixão, amizade e simpatia sem causar prejuízos; e, por fim,
(vii) Humildade (Latim, humilitas) - opõe orgulho. Modéstia. Comportamento de total respeito ao próximo.
É engraçado pararmos para pensar sobre isso. As pessoas são muito diferentes. Todos somos e isso que nos torna tão interessantes. Somos muito complexos. Somos bons, somos maus, somos indiferentes... Somos um pouco de tudo e, muitas vezes, podemos ser muito de pouco. É nessa capacidade de sermos "muito de pouco" é que acho que habita a grande falha do homem.
Digo isso porque, se ainda não reparou, estou falando das virtudes cardeais e não dos pecados capitais do homem. Temos uma tendência enorme a remoer os problemas, procurar problemas e criar problemas quando deviamos, na verdade, buscando evitá-los e solucioná-los. É natural, mesmo que não seja lógico, racional ou saudável. Então, não acho que deveria escrever um texto sobre o "dark side" das coisas, e sim, sobre as coisas boas. Sobre soluções, sobre saídas para problemas. É isso que precisamos. Não precisamos de mais problemas, não é? Se parar para pensar, quando foi a última vez que lhe pararm e disseram: "tenho uma solução para..." ou "posso te ajudar com isso assim...". Se você não é advogado, psicólogo ou médico - que são pessoas que normalmente são procuradas por gente com problemas - dificilmente ouviu um "vou te ajudar" recentemente (bom, pode ser coincidência). As pessoas tendem a fugir dos problemas bem como a evitá-los quando eles batem à porta. É o que eu disse. É natural. Além de natural, é mais fácil esquivar-se, né? Temos que perder esse hábito. E rápido.
Então, a minha sugestão é seja simples, abrace a moral de si próprio, dê de si sem esperar um "troco", moderação com as coisas, aja de acordo com seu pensamento e não traia a si mesmo, tenha paciência, faça amigos verdadeiros e respeite ao próximo. Antes que seja tarde.
:: GOOSE 10/3/2006 11:19:52 AM [+] ::
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